Telemetria oficial, previsão de manchas por IA e reportes cidadãos num único mapa — feito para o momento da crise.
Cada camada responde a uma parte da pergunta — juntas, elas dizem onde está alagando e quão grave é.
Réguas da ANA e municipais dizem a severidade, a cada 15 minutos.
Previsão por IA (Flood Hub) e satélite (Sentinel-1) dizem a extensão.
Cidadãos com triagem por IA dão a granularidade de rua.
Do sensor no rio ao mapa no seu bolso — quatro passos, sem cadastro e sem login.
01
Sensores e réguas da ANA são consultados a cada 20 minutos. Cada estação vira um marcador com nível e status por limiares calibrados.
02
Manchas de previsão (Google Flood Hub) e de observação por satélite (Sentinel-1) desenham a extensão provável da água no mapa.
03
Quem está na rua reporta o alagamento, sem cadastro. Uma triagem conservadora por IA só confirma o reporte com corroboração física dos dados.
04
As três camadas se encontram num único mapa, que se instala como app (PWA) e continua abrindo mesmo sem conexão.
Enchente costuma vir junto com rede ruim. O NÍVEL é um PWA: instalado na tela inicial, ele abre mesmo sem conexão, mostrando os últimos dados que conseguiu carregar.
E é honesto sobre isso — quando os dados podem estar defasados, um aviso fica visível no topo do mapa, sem depender de nenhum toque.
Sem conexão, o mapa avisa:
O mapa, as últimas leituras e o boletim continuam disponíveis a partir do cache do aparelho.
Reportes e perguntas ao assistente exigem conexão real — nada é enviado "de mentira".